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Museu do Oriente

No Dia Internacional dos Museus fizemos uma visita livre ao Museu Fundação Oriente situado em Alcântara, Lisboa.


Já conhecido o Auditório, onde assistimos a vários espetáculos e concertos, desta vez fizemos uma visita ao espaço museológico, à exposição permanente e às exposições temporárias.

Lisboa - Museu do Oriente

Na Exposição Permanente vimos as duas grandes colecções, a alusiva à presença portuguesa na Ásia, e a Colecção Kwok On com testemunhos etnográficos de toda a Ásia.

A ideia de abrir em Lisboa um museu dedicado ao Oriente coincide com a instituição da Fundação Oriente, em 1988. Seguindo uma velha tradição portuguesa, a Fundação deixou-se desde sempre guiar pela sua vocação de construir vínculos entre as civilizações do Ocidente e do Oriente, que se tornaram indispensáveis para garantir um futuro de paz no século XXI. O seu legado é o espírito dos Portugueses antigos, os navegadores que inventaram a unidade do mundo. O seu propósito foi e é o de garantir a actualidade dessa visão extraordinária, que continua a ser posta à prova todos os dias.
O Museu do Oriente traduz esse desígnio. As suas colecções de arte portuguesa e asiática são a demonstração mais elevada dos encontros históricos entre o Ocidente e o Oriente. No mesmo sentido, as colecções que reúnem as tradições culturais da Ásia inteira são a demonstração da sua riqueza, da sua pluralidade e do seu génio, que queremos possa ser mais bem conhecido em Portugal e na Europa.
A abertura do Museu do Oriente, em 2008, marcou um novo ciclo na vida da Fundação. Os princípios que determinaram a sua criação mantêm-se, como se mantém a vontade de bem servir Portugal e a vocação de contribuir para o encontro entre Ocidente e Oriente e para uma relação entre civilizações em que o conhecimento, a arte e as relações económicas substituam a ignorância, o fanatismo e a guerra.

A ressurgência internacional da China e da Índia e a importância crucial das relações de Portugal e da Europa com a nova Ásia são hoje uma manifesta realidade. E se a diplomacia e as relações económicas são essenciais, elas terão, porém, de assentar, tal como no passado, nas artes, nas ciências e na cultura, que podem representar formas duradouras de convergência entre as grandes civilizações. (fonte: Museu Fundação Oriente)
Lisboa - Museu Oriente

Visitámos também a exposição temporária de Sou Fujimoto, "Futuro Doméstico Primitivo".

Sendo um dos mais influentes arquitectos japoneses da sua geração, Sou Fujimoto (Hokkaido, 1971) procura reconduzir-nos às origens do espaço construído propondo-nos uma arquitectura inspirada na ideia de floresta. Estabelecendo uma analogia entre esta e a cidade de Tóquio, onde trabalha, aponta a experiência, a diversidade e o conforto como elementos de ligação entre estas duas realidades, sendo que noções daqui decorrentes como complexidade (entre ordem e caos), coexistência (de diferentes elementos) e externalidade (como possibilidade de descoberta) informam projectos que oscilam entre o “micro espaço doméstico” e a “megaestrutura urbana”. (fonte: Museu Fundação Oriente)

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