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Caldas da Rainha e Foz do Arelho

Passeio de um dia às Caldas da Rainha e Foz do Arelho.


Organizado pelos SSAP fizemos um programa com visitas nas Caldas da Rainha e Foz do Arelho.

Neste programa fomos eu e a Odete, o Carlos estava inscrito, mas não pode ir por problemas de saúde.

Nas Caldas da Rainha de manhã fizemos uma Visita Guiada ao Museu e Hospital Termal das Caldas da Rainha e Piscina da Rainha.

Fundado em 1485 pela Rainha D. Leonor, o Hospital Termal das Caldas da Rainha é o mais antigo do mundo, contando já com cinco séculos de existência. No século XV (1485) a Rainha D. Leonor funda um estabelecimento de banhos e um hospital termal, as Caldas da Rainha. Segundo reza a História, em 1484, a esposa de D. João II ia em direcção à Batalha e, ao passar pelo sítio onde se viriam a erguer as Caldas, viu alguns pobres metidos em “prezas daquelas águas cálidas que saíam da fonte fumegando”. Perante a sua curiosidade foi-lhe respondido que eram doentes de “frialdades”, e que naquelas águas encontravam remédio para os seus padecimentos. D. Leonor decidiu então criar melhores condições para os utilizadores daquelas águas. O pavilhão do Hospital Termal, construído em finais do século XIX, com as suas altas janelas, é um belo exemplo de arquitectura termal. (fonte: Termas de Portugal)

Caldas da Rainha - Museu e Hospital Termal

Depois desta visita passámos pelo mercado das Caldas da Rainha na Praça da República.

Apesar de não existirem registos históricos de tal oferenda, a verdade é que o Mercado de Rua Caldense, comumente denominado Praça da Fruta, funciona até aos dias de hoje no local primitivo onde iniciou a sua atividade durante o século XV. Todos os dias da semana as bancas coloridas são montadas, dando lugar ao único mercado diário ao ar livre em Portugal. (fonte: Praça da Fruta Caldas da Rainha)

Caldas da Rainha - Praça da Fruta

Depois do almoço passeámos no Parque D. Carlos I.

Situado na bonita cidade das Caldas da Rainha, o Parque D. Carlos I é um lindíssimo jardim romântico do século XIX, bem no centro histórico da cidade.
O Parque foi criado em 1889, num projecto assinado pelo arquitecto Rodrigo Berquó e foi posteriormente remodelado em 1948, num novo projecto paisagístico de Francisco Caldeira Cabral.

Esta refrescante zona verde funcionava como um importante complemento ao importante Hospital Termal que deu nome à cidade. Após ter experimentado os benefícios das águas termais da localidade, a Rainha D. Leonor, mulher de D. João II, ordenou a construção de um hospital, à volta do qual se formou a povoação que assim ficou conhecida como "Caldas da Rainha".

O Parque está hoje dotado das mais variadas estruturas como um lago, court de ténis, coreto, casa de chá e esplanada, encontrando-se em toda a sua área diversos trabalhos de escultura, dando também acesso a outro dos maiores pontos de interesse das Caldas: o Museu de José Malhoa, também do século XIX, reunindo importantes colecções de arte Portuguesa, com destaque para o maravilhoso conjunto da obra de José Malhoa (1855 – 1933). (fonte: Guia da Cidade)

Caldas da Rainha - Parque D. Carlos I

Seguimos então para o Miradouro e Passadiços da Foz do Arelho para um pequeno percurso até à praia onde estivemos até à hora de regresso a Lisboa.

Passadiços da Foz do Arelho








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