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Férias em Évora

Fomos passar uns dias a Évora, o Carlos, a Albertina, o Luís e o Fernando.

1º Dia - 11 de setembro

Como habitualmente saímos de casa cedo, fomos até Lisboa, Alvalade, para nos encontrarmo-nos com o Fernando Quinas.

A primeira paragem foi em Montemor-o-Novo, parámos para beber um café e admirar a paisagem do miradouro junto ao Castelo.

Montemor-o-Novo


Finda esta pequena visita, seguimos em direcção ao Restaurante O Cantinho da Pintada, para almoçarmos. Este almoço foi combinado para comemorar o aniversário da Albertina e depois seguirmos para Évora. Estiveram também no almoço, a Odete, o Paulo, o Vasco (Vasquinho), a Natália e a Cristina.

Montemor-o-Novo - Restaurante o Cantinho da Pintada

Findo o almoço seguimos em direcção a Évora para o alojamento na Pousada de Évora do SSAP, onde tínhamos marcado antecipadamente a nossa estadia.
Depois de termos deixado as malas fomos até à Quinta do Quetzal, que fica na Estrada das Sesmarias, Vidigueira, Vila de Frades, para visitar o espaço inaugurado poucos dias antes, o Centro de Arte Contemporânea.

Quinta do Quetzal - Centro de Arte Contemporânea

Depois da visita ao Centro de Arte, estivemos a refrescar-nos com uma bebida na varanda do restaurante com uma vista privilegiada sobre a quinta e as vinhas, um espaço muito agradável.

Regressámos a Évora para jantar e depois fizemos um passeio nocturno pelo centro da cidade.

Évora à noite

2º Dia - 12 de setembro

Começámos o dia por visitar a Catedral de Évora, mas só exteriormente, porque tínhamos marcação para fazer uma visita guiada à Fundação Eugénio de Almeida. Como ainda faltava algum tempo para começar a visita, passeámos junto ao Templo de Romano.


Évora - Sé Catedral e Templo Romano

Na primeira parte da visita à Fundação, vimos o Fórum Eugénio de Almeida, um espaço renovado destinado às artes e cultura. As exposições centram-se essencialmente em arte contemporânea.

Em dois andares o Fórum apresenta exposições temporárias por salas modernas ao longo de 1200 m2. no exterior do edifício encontramos o Pátio de Honra, o Jardim Norte e o Jardim das Casas Pintadas. Esta última possui uma galeria com uma pintura mural palaciana da segunda metade do século XVI, única no país.

Évora - Fórum Eugénio de Almeida e o Jardim das Casas Pintadas

Depois da visita ao Fórum, deslocámo-nos para a segunda parte da visita, ao Paço de S. Miguel. Esta foi a casa da família, agora recuperada para museu e outras actividades.

Embora a origem do Paço de São Miguel remonte à Idade Média, da edificação desse período existem poucos vestígios em resultado da destruição de que o espaço foi alvo na sequência dos confrontos ocorridos durante a crise de sucessão ao trono de 1383-1385 entre os partidários de D. Leonor Teles e os de D. João I, Mestre de Avis, futuro Rei de Portugal.

A existência deste edifício tal como hoje o conhecemos, em termos de património e de arquitectura, está associada à história de duas famílias cuja presença no Páteo de São Miguel se encontra separada por cerca de cinco séculos: os Condes de Basto (ou Castro das treze Arruelas) e a família Eugénio de Almeida.

Évora - Paço de S. Miguel

Das arcadas do piso superior e do terraço vislumbra-se uma linda vista sobre a cidade e arredores. Depois da visita parámos para beber um café na esplanada do bar, no espaço da Fundação, onde também se avista uma linda paisagem alentejana.

Évora - Paço de S. Miguel

Antes do almoço passeámos um pouco pelo jardim junto ao Templo Romano. Depois seguimos para a Rua do Raimundo para almoçar no Restaurante Os Manueis.

Évora - Jardim e Restaurante Os Manueis


Depois do almoço visitámos o Convento da Graça e a Capela dos Ossos.

Évora - Convento da Graça

Entretanto o Luís começou a ficar constipado, tínhamos piscina na pousada, o tempo estava muito quente, sabia bem um mergulho, mas desistimos. O jantar foi na Rua do Raimundo no WineTime93, desta vez só o Carlos e o Fernando.


3º Dia - 13 de setembro

Saímos em direcção a Vila Viçosa, desta vez sem o Luís que ficou a curar a constipação.

Tivemos como primeira paragem a visita ao Museu do Mármore de Vila Viçosa.

Vila Viçosa - Museu do Mármore

Depois desta visita e inesperadamente acabámos por ir visitar o Hotel Marmoris, foi-nos indicado no Museu do Mármore que valia a pena visitar. Hotel de 5 estrelas cuja decoração é baseada em mármore e foi construído numa antiga pedreira. Gostámos da visita, é um espectáculo de trabalho em mármore.

Vila Viçosa - Hotel Marmoris

Depois da visita perguntámos a pessoas da Vila qual seria o melhor local para almoçar e aconselharam-nos o Restaurante Os Cucos, está integrado no Jardim Municipal, casualmente o Fernando já lá tinha estado anteriormente, fomos muito bem servidos, boa comida e muito agradável o pessoal.

Vila Viçosa - Restaurante Os Cucos

Depois de almoço fomos visitar o Paço Ducal de Vila Viçosa. Gostámos da visita guiada, mas não se podem tirar fotos no interior.

Vila Viçosa - Paço Ducal

O Paço Ducal representa um dos mais emblemáticos monumentos de Vila Viçosa. A sua construção iniciou-se em 1501 por iniciativa de D. Jaime, quarto duque de Bragança, mas as obras que lhe conferem a grandiosidade e características que hoje existem prolongaram-se pelos séculos XVI e XVII.

A fachada de 110 metros de comprimento de estilo maneirista, toda revestida a mármore da região, fazem deste grandioso palácio real um exemplar único na arquitectura civil portuguesa, onde estiveram personalidades de grande projecção nacional e internacional. De anterior residência permanente da primeira família da nobreza nacional, o Paço Ducal passou, com a ascensão em 1640 da Casa de Bragança ao trono de Portugal, a ser mais uma das habitações espalhadas pelo reino. Nos reinados de D. Luí­s e D. Carlos as visitas frequentes a este Paço são retomadas, assistindo-se, ao longo do século XIX, a obras de requalificação que tinham como finalidade oferecer maior conforto à família real durante as excursões venatórias anuais.

A implantação da República em 1910 originou o encerramento do Paço Ducal de Vila Viçosa que, por vontade expressa em testamento por D. Manuel II, Reabriu portas nos anos 40 do século XX, após a criação da Fundação da Casa de Bragança. Ao longo de toda a visita ao Palácio predominam os frescos e azulejos seiscentistas, os tectos em caixotões e pintados e as lareiras em mármore que distinguem as diversas salas que acolhem importantes colecções de pintura, escultura, mobiliário, tapeçarias, cerâmica e ourivesaria.

Vila Viçosa - Paço Ducal

Foi uma visita muito agradável a este monumento. Depois desta visita regressámos a Évora.


4º Dia - 14 de setembro

No último dia da nossa estadia, saímos de Évora a caminho da Barragem do Alqueva, tínhamos marcada um passeio de barco nesta barragem.

Esperámos um pouco pela hora do passeio e bebemos um café na esplanada da marina.

Barragem do Alqueva

Embarcámos para o percurso que demorou cerca de uma hora. Como sempre são muito agradáveis estes passeios de barco.

Barragem do Alqueva - Passeio de barco

Seguimos para Monsaraz onde tínhamos marcado o almoço no Restaurante Sabores de Monsaraz.

Monsaraz - Restaurante Sabores de Monsaraz

Restaurante pequeno, mas tradicional com comida de qualidade e com o pessoal muito familiar, agradável e atencioso.

Depois do almoço passeámos pela vila e Castelo de Monsaraz.

Monsaraz - Zona envolvente do Castelo

Acabado este passeio estava na hora do regresso a casa finalizando estes dias muito bem passados.


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